Guia de turismo Rio de Janeiro

Guia de turismo Rio de Janeiro Página para celebrar as belezas da Cidade Maravilhosa. Guia de turismo Internacional.Talk to me in English, French, Italian, Portuguese, Spanish

Após a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro tem tudo para ser um dos principais centros turísticos do mundo. Gostaríamos de participar deste acontecimento. Call me in English, French, Italian, Portuguese and Spanish.

21/12/2021
Tours pela Cidade Maravilhosa!
21/12/2021

Tours pela Cidade Maravilhosa!

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-58871798.amp =De%20%251%24s&aoh=16340633966987&csi=0&referrer=https%3A%2F%2Fwww.go...
12/10/2021

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Proposta surgiu no contexto do movimento abolicionista — mas vale ressaltar que a nobre nunca aprovou nenhuma ideia do tipo.

https://riodejaneirosecreto.com/candlelight-bossa-nova/
14/07/2021

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Já imaginou ouvir Bossa Nova à luz das velas? Nos dias 13 e 14 de julho poderá viver esta experiência, em . 🕯️ Viva a música com esta . Nos próximos dias 13 e 14 de julho, às 19h ou às 21h, a Mansão Botafogo abre as suas portas para receber este evento inesquecível. Os clássicos […...

Gente, pode me chamar ou deixar recado.Call me or let message, please.+55 21 9797 7 4930
15/06/2021

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31/12/2020

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EM 21, APENAS FAÇA

De todas as imagens feitas nas andanças pelo Rio em 2020, a que o Passeador mais gosta é esta aqui, entre as coordenadas 22º 57' S e 043º 09' W – mais precisamente, na nossa Praia Vermelha. Ou praia do Porto de Martim Afonso, assim chamada por muito tempo devido à expedição comandada por Martim Afonso de Sousa que aqui chegou, em 30 de abril de 1531. A bem da verdade, praia ainda não havia; tudo aqui era mar, que circundava a Ilha da Trindade, formada pelos morros do Pão de Açúcar (inconfundível, ao fundo); da Urca, cuja encosta aparece à esquerda; e Cara de Cão, fora da imagem. Sim, o icônico Pão de Açúcar já foi uma ilha; o prezado leitor... sabia? (Esta foi emprestada da saudosa Rádio Relógio Federal, aquela da “cultura e hora certa”, como os quarentões hão de lembrar!)

A região só ganhou os contornos atuais nos anos 1660, quando a antiga ilha foi ligada ao continente por um aterro, onde hoje f**am a Praia Vermelha e a Praça General Tibúrcio. A intervenção radical foi obra do capitão-general e governador da Repartição do Sul Salvador Correia de Sá e Benevides. “Repartição do Sul” era a região administrativa que compreendia o Rio de Janeiro naqueles anos pós-União Ibérica. Era uma espécie de gestão autônoma, quase independente do Governo-Geral da colônia, exercido na época por Francisco Barreto de Meneses. O aterro integrou a área ao resto da cidade, o que se consolidou nos anos 1920, com a criação de novas áreas aterradas que deram origem ao aprazível bairro da Urca.

Voltando à Praia Vermelha, ela tem uma areia grossa e avermelhada, em grande parte formada por cristais de granada que refletem esse tom. A aspecto normalmente esverdeado das águas não é poluição, já que não há deságue de esgoto nos 250m de extensão da primeira praia oceânica da Zona Sul. É que a Vermelha é uma praia de tombo, isto é, bem profunda. Já a uns 100 metros da arrebentação, a profundidade é de oito metros, o que faz a alegria dos pescadores de caiaque e mergulhadores. Os morros lá no fundo são parte do município vizinho de Niterói, na face oposta da barra da Guanabara.

O visual, bonito por si só, justif**aria com folga a preferência do Passeador por esta foto. Porém, há outros motivos, que têm tudo a ver com o momento que vivemos e o dia de hoje. A imagem foi feita pelo Maltinha – o tripé que me acompanha – em junho deste ano, a fase mais braba da pandemia e do “fique em casa”. Foi preciso sair de casa, contudo, para um procedimento oftalmológico meio urgente, em Botafogo. Enxergar nitidamente mais uma vez e sair de casa novamente foram alegrias comemoradas com um passeio a pé até aqui, na Praia Vermelha – onde, como se vê, não havia qualquer outra presença humana. A mensagem da camiseta, vestida puramente ao acaso, sintetiza o sentimento daquele dia luminoso e f**a como desejo do Passeador Carioca aos seus milhares de amigos: em 2021, apenas faça. Inclusive, passeios, é claro.

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18/11/2020

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A CONTEMPLAÇÃO DO DIVINO

A gente se sente assim, pequeno - quase imperceptível, mesmo - no interior da Igreja da Venerável e Arquiepiscopal Ordem Terceira de Nossa Senhora do Monte do Carmo. Se o nome do templo já impressiona, o que dizer da grandiosidade da arte sacra que se descortina aqui dentro, a poucos metros da movimentadíssima e barulhenta Rua Primeiro de Março? Pouco, ou quase nada do que se diga, será capaz de descrever essa preciosidade carioca. O que se pode fazer, quando muito, é contar sua história, que começa lá pelos idos de 1648, com a criação da Irmandade do Carmo. No Brasil colônia, era comum a reunião de grupos de religiosos ou leigos em torno da devoção a um ou mais santos. Com relativa autonomia para a gestão de seus bens e rendas, essas irmandades tiveram papel fundamental na construção de boa parte das igrejas erguidas no Brasil entre os séculos 17 e 19.

Antes da publicação, em 1719, das Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, que regulamentaram a vida religiosa no território português do Brasil, as irmandades católicas eram regidas pelas Ordenações do Reino. Havia espaço para a criação de estatutos próprios que estabelecessem as regras e o funcionamento do grupo, assim como direitos e deveres dos membros, chamados de irmãos. Antes ocupando a pequena Capela da Paixão de Cristo, junto ao Convento do Carmo (na esquina da atual Sete de Setembro), a Ordem resolveu construir sua igreja em 1752. Como havia muita gente endinheirada entre os devotos, foi possível contratar os melhores artistas e oferecer-lhes materiais de primeira. Três anos depois, começaram as obras, que se estenderam até 1770. O projeto arquitetônico, de Manuel Alves Setúbal, é uma joia barroca cuja fachada é toda revestida com pedra, único exemplar desta técnica ainda existente no Rio.

Por dentro, nossos olhos e almas se perdem na contemplação do trabalho, em rococó, dos entalhadores Luiz da Fonseca Rosa e Valentim da Fonseca e Silva, o Mestre Valentim. São esculturas, ícones, afrescos, retábulos, pinturas e uma infinidade de detalhes. Além do altar-mor, onde se vê a imagem pungente do Cristo crucif**ado, destacam-se na nave as duas capelas laterais. Esses espaços litúrgicos eram utilizadas em celebrações de menor porte ou em atividades religiosas dos diferentes grupos de irmãos. Sim, isso mesmo: embora o templo fosse erguido por uma irmandade, era comum que mais de uma dessas confrarias de fé compartilhassem o mesmo espaço, numa bela demonstração de diversidade e respeito entre devotos de diferentes santos.

Oitenta anos depois de sua inauguração, a Igreja da Ordem do Carmo só seria concluída, mesmo, em 1850. Foi nessa época que o templo recebeu suas duas cúpulas bulbosas, lindamente decoradas com azulejos, por obra do arquiteto Manuel Joaquim Corte Real, expert da Academia Imperial de Belas Artes. Ela f**a bem ao lado de sua coirmã, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, que já foi visitada pelo Passeador (a quem quiser ver, basta dar uma clicada aqui: https://www.facebook.com/passeadorcarioca/photos/2474492735975482 ). É um conjunto arquitetônico e religioso de beleza rara e enorme importância histórica, que pode ser visto de uma tacada só: basta sair de uma igreja, dar meia dúzia de passos e entrar na outra. Não se paga nada - o único tributo devido, além de uma eventual e voluntária oferta para a manutenção do santuário, é o silêncio reverente. Na verdade, o ambiente é tão sagrado que, seja qual for a confissão religiosa do visitante, a sensação é de uma elevação que não dá para descrever em palavras. Provavelmente, até alguns agnósticos que se permitem vir aqui saem na dúvida sobre se tamanhas maravilhas são fruto, somente, de mera inspiração humana.

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29/10/2020

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AS BATALHAS DA HARMONIA

Impossível é passar pela Praça da Harmonia sem ter a atenção – e a admiração – atraída para as monumentais instalações do Moinho Fluminense. Inaugurado em 1887 mediante alvará assinado pela princesa Isabel, o grandioso empreendimento foi a primeira fábrica de derivados do trigo no Brasil e teve papel fundamental no ingresso do país na Revolução Industrial. Milhões de toneladas de grãos foram processadas no complexo, dotado de sofisticações tecnológicas para a época, como uma esteira subterrânea que transportava o trigo desembarcado no porto e escoava a farinha. O Moinho Fluminense distribuiu produtos alimentícios para todo o território nacional por mais de um século. Ocupando quatro quarteirões da Saúde, a indústria funcionou aqui até 2016, quando suas operações foram transferidas para o município vizinho de Duque de Caxias.

Sem uso, os prédios e silos, tombados pelo Decreto 6.057, de 23 de agosto de 1986, experimentaram momentos de decadência e esperança. A decadência deve-se ao parcial abandono das instalações, que teve trechos depredados e invadidos. Já a esperança se alterna em altos e baixos. Com a euforia dos Jogos de 2016 no Rio, um sem-número de projetos para os imóveis – shopping-centers, instalações empresariais, áreas de lazer e polo turístico-gastronômico – foi anunciado, mas tudo se extinguiu junto com a chama olímpica. Agora, de acordo com o “Diário do Porto”, a empresa que comprou a propriedade em 2019 anuncia um empreendimento multiuso com escritórios, hotel e residenciais. Sediado em São Paulo, o grupo declara estar realizando limpeza e manutenção das edif**ações, que completaram 133 anos em agosto.

Tomara que os projetos saiam mesmo do papel, porque o lugar merece. Este edifício, o principal, tem uma fachada linda, de tijolos maciços aparentes e com passadiços em ferro fundido, características típicas das instalações industriais inglesas do século 19. Além disso, o Moinho Fluminense tem histórias que vão muito além da atividade de milhares de operários e da riqueza aqui produzida. Com pouco tempo de operação, suas instalações foram invadidas em 1893, durante a Revolta da Armada. Parte do efetivo da Marinha pegou em armas contra o governo de Floriano Peixoto e o pau quebrou, com os rebelados ameaçando explodir tudo com a artilharia dos navios. Ministro da Fazenda de Floriano, Ruy Barbosa estava no rolo e correu para cá, a fim de salvar a própria pele. O Águia de Haia foi abrigado lá dentro pelo amigo Carlos Gianelli, empresário uruguaio e um dos fundadores do moinho.

Na década seguinte, a Praça da Harmonia e seu entorno foram palco de outro conflito de grandes proporções: a Revolta da Vacina. Indignada com a vacinação obrigatória decretada pelo presidente Rodrigues Alves para conter o avanço da febre amarela e da varíola, parte da população carioca partiu para a briga contra os agentes sanitários de Oswaldo Cruz. Conforme a página “Por Aí Pelo Rio” – magníf**a iniciativa de valorização histórica, cultural e social da cidade, que pode (aliás, deve!) ser conferida e seguida em https://www.facebook.com/search/top?q=por%20a%C3%AD%20pelo%20rio –, foi diante do Moinho Fluminense que o estivador Horácio José da Silva liderou a resistência, numa barricada montada com restos da demolição do antigo Mercado da Harmonia.

Capoeirista dos bons, Horácio, mais conhecido como Prata Preta, lutou com paus, pedras, navalhas e o que mais estivesse à mão, como um poste que, derrubado e acomodado sobre uma carroça, botou as tropas para correr. É que os soldados, de longe, pensaram tratar-se de... um canhão, apontado para eles. Derrotado, Prata Preta acabou exilado no Acre e a vacinação foi feita, mitigando o flagelo das doenças endêmicas. Deixados para trás os tempos de guerra, a Praça da Harmonia, hoje, faz jus ao nome e é um recanto silencioso e sossegado do Rio – tanto, que a música cantarolada pela funcionária da Comlurb, fazendo seu trabalho na porta do antigo Moinho Fluminense, podia ser ouvida ao longe.

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15/07/2020

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MAIS PERTO DO CÉU

Pouca gente sabe, mas o céu do Rio de Janeiro é considerado – olha só! – o mais azul do mundo. Uns anos atrás, o prestigiado Laboratório Nacional de Física (NPL, na sigla em inglês), instituição oficial de aferições e medidas do Reino Unido, fez um curioso levantamento para descobrir qual região do planeta possui a mais intensa abóbada anil. E deu Rio na cabeça! O céu carioca deixou para trás até o de destinos tidos como paradisíacos, como Ilhas Fiji, no Pacífico Sul; Santa Lucia, no Caribe; e Maldivas, a pérola do Índico.

Uma agência de viagens bancou a jornada da fotógrafa e produtora de TV escocesa Anya Hohnbaum, que venceu um concurso com mais de 2 mil candidatos. Ela foi escolhida para percorrer vinte países dos cinco continentes em 72 dias, fazendo imagens do céu. (Trabalhinho chato pacas, né?) Anya carregou um espectrômetro portátil de radiação ótica, fabricado pelo NPL especialmente para o projeto. A geringonça high-tech captou luzes e cores em altíssima definição, mais tarde analisadas pelos especialistas. Para dar a todos os locais pesquisados condições semelhantes, as medições foram feitas sempre às 10h , após ajustes no equipamento que levaram em conta altitude, umidade relativa do ar e temperatura.

Com um azul celestial desses sobre nossas cabeças, nada melhor do que chegar mais perto dele. E isso pode ser feito com pouquíssimo esforço aqui, no Mirante do Sacopã. Com apenas 130m de altura, qualquer criança – devidamente acompanhada pelo responsável, claro – sobe fácil a trilha. Ela tem corrimões em boa parte do percurso e consome, estourando, meia hora. O acesso f**a dentro do Parque da Catacumba, situado na Borges de Medeiros. Quando a gente menos espera, abre-se uma clareira na mata e surgem imagens inebriantes da Rodrigo de Freitas e das praias de Ipanema e Leblon, bem como das pedras da Gávea e Bonita. Difícil é virar as costas e sair – mas, é preciso, porque a poucos metros do Sacopã, outro mirante, o do Urubu, faz cair de vez o queixo. Para completar o combo, só visitando a casa-museu Eva Klabin, ali pertinho, com uma coleção de história da arte que abrange 4 mil anos e, além do queixo já caído, nos deixa sem fala.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ
22071101

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