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A ciência ao alcance de um clique! Apresentamos um modelo 3D detalhado de um afloramento migmatítico em Vale Paraíso, no...
28/03/2025

A ciência ao alcance de um clique! Apresentamos um modelo 3D detalhado de um afloramento migmatítico em Vale Paraíso, no Rio Almansor.

Este modelo 3D é resultado de um estudo em colaboração com a Universidade de Évora, a Universidade de Lisboa e a FCiencias.ID. Este trabalho está a contribuir para a classificação como Geosítio e Monumento Natural pelo Município de Montemor o Novo.

Explore em 3D!

https://sketchfab.com/3d-models/migmatitos-do-rio-almansor-ab4251cf5c7f4003a8d0dab04ed60245

̧ão

Afloramento migmatítico no Vale Paraíso, Rio Almansor, 440m da ponte ferroviária de Montemor-o-Novo. Em classificação como Geosítio e Monumento Natural por parte do Município de Montemor-o-Novo (trabalho realizado ao abrigo do protocolo de colaboração com a Universidade de Évora, a Faculda...

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
24/03/2025

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

Capela de S. Bartolomeu – 1679

A capela de São Bartolomeu localizava-se na igreja de Santa Maria do Bispo no castelo e era administrada pela Câmara Municipal. É por isso, que no Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo, se encontram muitos dos documentos relacionados com esta capela. Desde uma petição para a construção da mesma, pelo Padre António Viegas até aos róis de peças pertencentes à Câmara Municipal de Montemor-o-Novo. Este é realmente um acervo documental por descobrir. O documento deste mês de Março é um rol de peças da Câmara Municipal, colocadas na capela de São Bartolomeu e em Vendas Novas, local que pertenceu ao território de Montemor-o-Novo até 1962.
As peças colocadas na capela de São Bartolomeu eram: uma arca chapada de ferro, um frontal para a capela de São Bartolomeu de damasco carmesim e brocatel com sua franja da mesma cor, uma toalha de pano fino arrendada, uma casula do mesmo damasco carmesim e brocatel nova com sua estola e manípulo, uma alva nova de pano fino com seu amito arrendada nos bocais e seu cordão, um cálice novo com sua patena tudo de prata ainda por sagrar metido em uma caixa de couro, um turíbulo de prata com sua naveta de prata redonda e sua colher e uma custódia de prata sobredourada metida em um caixilho de ouro. Este é um rol de 24 de maio de 1679.

No próximo mês continuamos a descobrir mais segredos dos nossos documentos do Arquivo Municipal! Fiquem atentos!

Imagine as histórias que este cantil poderia contar...  Encontrado nas escavações arqueológicas do nosso castelo, ele le...
22/03/2025

Imagine as histórias que este cantil poderia contar... Encontrado nas escavações arqueológicas do nosso castelo, ele leva-nos a uma viagem ao passado onde transportar a água era fundamental numa época em que a água canalizada ainda não existia. No Dia Mundial da Água, convidamo-lo a descobrir esta peça no Centro Interpretativo do Castelo:

https://skfb.ly/QOHJ

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Proveniente do Castelo de Montemor-o-Novo, esta peça tinha a finalidade de permitir o transporte de pequenas quantidades de líquidos, seja água de beber ou vinho. O exemplar encontrado, único encontrado até hoje em contexto de escavação arqueológica no Castelo de Montemor-o-Novo, apresenta b...

Hoje celebramos o Carnaval com uma peça especial! Sabia que esta máscara de cerâmica foi encontrada no Castelo de Montem...
04/03/2025

Hoje celebramos o Carnaval com uma peça especial! Sabia que esta máscara de cerâmica foi encontrada no Castelo de Montemor-o-Novo? Clique e descubra mais.



n.º inventário: MNCAST [3/05] 0195 Dimensões: altura máxima da peça – 10 cm; Descrição: Peça curiosa, possivelmente produzida com molde, de propósitos lúdicos ou de mera recriação artística do oleiro. Dois dos elementos da face, o olho e os dentes, são caracterizados com dois element...

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
27/02/2025

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

No início do próximo mês de março celebramos o Carnaval, uma festa que ocorre antes do início da Quaresma. É celebrado de forma pública, combinando alguns elementos circenses, máscaras e desfiles pelas ruas. As pessoas usam trajes, pintam-se e divertem-se durante esse dia. Á noite costuma haver bailes e as escolas organizam desfiles para os alunos durante o dia. A fotografia de 1983 é precisamente de um grupo de alunos do ensino básico mascarado, a desfilar pelas ruas de Montemor-o-Novo. Ao fundo vemos o emblemático castelo de Montemor-o-Novo, com a sua Torre da Má Hora e do Relógio.

No próximo mês continuamos a descobrir mais segredos dos nossos documentos do Arquivo Municipal! Fiquem atentos!

13/02/2025

No Dia Mundial da Rádio, vamos recordar um espaço de memórias: o Café Laranjinha! Quem se lembra deste espaço que marcou a vida de tantos Montemorenses?

Oiça o anúncio que passava na Rádio da Feira da Luz na década de 80 e deixe a nostalgia tomar conta!

Spot de Rádio do Laranjinha

Vozes: Manuel Vieira e Antonio Calhau Teixeira

Fotografia - O Montemorense

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
27/01/2025

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

O Hospital do Espírito Santo e de Santo André de Montemor-o-Novo foi tutelado inicialmente pela Santa Casa da Misericórdia em 1518, passou depois para a Ordem Religiosa de São João Evangelista de 1531 a 1537. Voltou para a tutela da Misericórdia em 1537, mas em 1677, por portaria régia, a Ordem Hospitaleira de São João de Deus passou a coordenar o hospital de Montemor-o-Novo. É durante esse período que nos surge este livro das capelas de 1682 a 1694. Destacamos aqui a sua última folha, onde são apresentados vários nomes de religiosos da Ordem Hospitaleira que falecerão desde dia 3 de maio de 1698 nas três províncias – Portugal, Castela e Andaluzia. O primeiro, o Padre Frei Manoel da Assunção foi o único religioso hospitaleiro a falecer em Portugal, nessa altura, tendo morrido na casa de Campo Maior.

Estes apontamentos são importantes para entender a difusão da Ordem Hospitaleira de São João de Deus pelo mundo e conhecer os nomes de alguns Irmãos de São João de Deus, ao final do século XVII.

No próximo mês continuamos a descobrir mais segredos dos nossos documentos do Arquivo Municipal! Fiquem atentos!

Que tal um bom motivo para visitar Montemor-o-Novo? Um edifício por aqui esconde um sorriso que conquistará qualquer um!...
18/01/2025

Que tal um bom motivo para visitar Montemor-o-Novo? Um edifício por aqui esconde um sorriso que conquistará qualquer um! Já sabe qual é? Partilhe nos comentários! "

Neste dia de Reis, partilhamos uma nova versão de uma peça 3D do nosso Museu Virtual da Morbase, oriunda da coleção do G...
06/01/2025

Neste dia de Reis, partilhamos uma nova versão de uma peça 3D do nosso Museu Virtual da Morbase, oriunda da coleção do Grupo dos Amigos de Montemor-o-Novo. Classificados como património da humanidade desde 2017, os bonecos de Estremoz são um testemunho da arte popular alentejana.

Quer conhecer melhor este presépio? Clique no link em baixo ou visite o Convento de São Domingos em Montemor-o-Novo, onde pode encontrar esta peça na Sala Margarida Ribeiro.

Os bonecos de Estremoz tal como os conhecemos hoje, terão surgido em data incerta no século XVIII, provavelmente herdeiros de uma prática bastante mais antiga e generalizada a todo o País que teria como principal actividade a produção de pequenas figuras religiosas. Ao contrário do que se pod...

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
26/12/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

O Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo alberga várias cartas dirigidas ao concelho, muitas delas de D. João II a D. Miguel I. A carta que se apresenta é de D. Manuel I ao Concelho de Montemor-o-Novo, tem a data de 13 de junho de 1519, e manda ao Concelho que se faça um novo pelourinho, pois o antigo estava na praça, mas como era de pau (madeira), já se encontrava quebrado. O pelourinho era o símbolo máximo da dignidade municipal e era costume estar na praça principal de uma cidade ou vila, sempre junto ao edifício da Câmara. Durante muito tempo eram meras colunas de madeira, mas com o tempo passaram a ser colunas de pedra, por vezes até trabalhadas. Eram nos pelourinhos que, por vezes, expunham e castigavam os criminosos. No período em que se escreveu a presente carta, o pelourinho de Montemor-o-Novo encontrava-se então na vila intramuros, pois o edifício da Câmara Municipal passou apenas para o arrabalde por volta de 1745.

Em 2025 continuaremos com esta partilha sobre o Documento do Mês do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. Mas não ficaremos por aqui. Fiquem atentos!

Feliz Ano Novo de 2025!

06/12/2024

Através do recurso à inteligência artificial e aos talentos da nossa equipa municipal de comunicação, partilhamos os nossos votos de festas felizes com a animação do coro de anjos músicos da Igreja de São Tiago do Castelo! Boas Festas!

A sonorização do teto pintado da capela mor da Igreja de São Tiago no Castelo de Montemor-o-Novo, que agora se apresenta, é concretizada pelos Capella Sanctae Crucis. Inserida na comunicação «A iconografia musical na pintura mural em Portugal: o caso da Igreja de São Tiago de Montemor-o-Novo», por Sónia Duarte, que aconteceu em Montemor-o-Novo, no âmbito das Jornadas do Património 2024.

Direção artística: Tiago Simas Freire
Músicos dos que integram o projecto:
Alaúde: ©Martin Billé, Capella Sanctae Crucis
Charamela: ©Adrien Reboisson, Capella Sanctae Crucis
Corneta: ©Tiago Simas Freire, Capella Sanctae Crucis
Harpa: ©Sara Agueda, Capella Sanctae Crucis
Órgão: ©Arnaud De Pasquale, Capella Sanctae Crucis
Viola de arco: ©Filipa Meneses, Capella Sanctae Crucis
Voz: ©Camille Fritsch, Capella Sanctae Crucis
Triângulo com anéis: ©Rui Silva, Capella Sanctae Crucis

Mais informações em: www.capellasanctaecrucis.com

Animação e vídeo: Rui Cacilhas de Montemor-o-Novo

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
21/11/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:
Construção do Chafariz do Rossio – 1542
O Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo alberga várias cartas dirigidas ao concelho, muitas delas de D. João II a D. Miguel I. A carta que se apresenta é de D. João III ao Concelho de Montemor-o-Novo, tem a data de 4 de fevereiro de 1542 e refere que aceita a proposta de se fazer um chafariz no Rossio para enobrecimento da vila e proveito dos caminhantes. Referindo-se também às bestas, tendo o chafariz tanque para os animais beberem. O espaço do antigo Rossio de Montemor-o-Novo é atualmente a zona da Praça de Touros. Perto dessa zona encontra-se, de facto, um chafariz, com tanque baixo. Este chafariz teve obras no século XVII e XIX, sendo que neste último século foram colocadas as armas do Concelho. Visíveis ainda hoje por cima da bica do chafariz.

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
31/10/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

Carta sobre a Capela da Porta da Vila 1524

O Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo alberga várias cartas dirigidas ao concelho, muitas delas de D. João II a D. Miguel I. A carta que se apresenta é de D. João III ao Concelho de Montemor-o-Novo, tem a data de 15 de novembro de 1524. O rei pretendia que o concelho pagasse ao pedreiro que fez a obra da capela da Confraria de Nossa Senhora sob a porta da vila. Durante os séculos XVII e XVIII, nos livros de receitas e despesas da Câmara Municipal, surgem várias despesas com esta capela, desde a compra de azeite para a lâmpada à ornamentação da capela, com azulejo, cortinas e pintura no “coadro da capela”. Atualmente esta capela já não existe, mas este documento dá-nos então uma nova perspetiva de como seria a porta da vila nos séculos passados. Uma porta com uma pequena capela no topo.

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
30/09/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

Alvará de D. João de Mascarenhas a nomear novo carcereiro – A2 C1 -10 – 11 de março de 1650

O Arquivo Municipal tem vários alvarás e outra correspondência dos Alcaides-mores de Montemor-o-Novo. A Alcaidaria de Montemor-o-Novo foi entregue, em 1483, por D. João II a D. Fernão Martins Mascarenhas, seu capitão de ginetes. O cargo manteve-se na família Mascarenhas – Condes de Santa Cruz (a partir do reinado de Filipe I) até se extinguir no reinado de D. José I com as represálias ao atentado contra o rei, em que D. João Mascarenhas, esteve implicado. Nos alvarás dos Alcaides-mores que encontramos no Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo, deparamo-nos com várias nomeações para cargos como o alcaide-pequeno e, neste caso, o carcereiro. Este cargo tinha como objetivo vigiar e guardar os presos. D. João de Mascarenhas Alcaide-Mor de Montemor-o-Novo, ao ano de 1650, nomeou Sebastião Fernandes para esse mesmo ofício, dizendo que Sebastião teria suficiência para servir o dito cargo.

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
21/08/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:
Doentes no Hosp. de Sto. André e do Espírito Sto – 1688
Todos os hospitais têm livros de registo de entrada e saída de doentes. O Hospital do Espírito Santo e de Santo André de Montemor-o-Novo, não é exceção. O fundo documental deste hospital apresenta 24 livros de entrada de doentes, seis do século XVII, dezassete livros do século XVIII e três que fazem referência ao século XIX. Estes livros estão divididos por meses e anos e apresentam os nomes dos doentes, o seu estado civil, o nome dos pais ou do/a cônjuge, de onde são naturais e em que dia entraram no hospital. Lateralmente todos os registos têm uma nota, dizendo se o doente faleceu ou foi dispensado e em que dia.
A página aqui apresentada pertence ao terceiro livro do século XVII, sendo descritos os doentes que entraram no início de maio de 1688. Desses doentes quatro eram solteiros, um casado e um viúvo. Apenas um dos doentes era natural do Alentejo, Francisco de Siza, filho de António de Siza e Anna Rodrigues, natural de Estremoz, da freguesia de S. Pedro. Francisco entrou no Hospital de Santo André, em Montemor-o-Novo, no dia 18 de maio de 1688 e saiu a 30 de maio do mesmo ano. Os restantes doentes eram de freguesias do Bispado de Coimbra, sendo mesmo descritos dessa forma. Apenas um, José Freire, solteiro e filho de André Freire e de Maria Maranha era do bispado de Viseu, mais concretamente, natural de Pinhel. Entrou no hospital de Montemor-o-Novo a 19 de maio de 1688 e foi dispensado a 4 de junho do mesmo ano. De todos os doentes aqui apresentados apenas um faleceu, sendo colocado em nota lateral uma cruz e a referência: “Faleceu em 7 de junho de 1688”. Esse doente era António Carvalho viúvo de Antónia Gonçalvez, natural de Vila Nova d’Anços, do bispado de Coimbra.

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
25/07/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

Alvará de D. Aldonça de Mendonça - 1584

O Arquivo Municipal tem vários alvarás e correspondência dos Alcaides-mores de Montemor-o-Novo. A Alcaidaria de Montemor-o-Novo foi entregue em 1483, por D. João II, a D. Fernão Martins Mascarenhas, seu capitão de ginetes. O cargo manteve-se na família Mascarenhas – Condes de Santa Cruz (a partir do reinado de Filipe I) até se extinguir no reinado de D. José I como consequência do atentado contra o rei, em que D. José Mascarenhas (duque de Aveiro) esteve implicado. Ao Alcaide-mor competia nomear, através de alvará, o alcaide pequeno residente na vila e que servia por um período de três anos. Em 1584, estando ausente o Alcaide-mor, é a sua mãe que assume a alcaidaria.
Nessa data, Dona Aldonça de Mendonça, mãe de D. Fernão Martins de Mascarenhas, como “elegítima administradora da pessoa e bens de dom Fernam Martins Mascarenhas, meu filho”, vendo que o cargo de alcaide pequeno estava vago, indica ela própria alguns nomes. Relembramos que a sepultura de Dona Aldonça de Mendonça, a do seu filho e outras da família Mascarenhas foram encontradas numa das criptas do Convento da Saudação, em 2008.”

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccio...
24/06/2024

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨 𝐀𝐫𝐪𝐮𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐞𝐦𝐨𝐫-𝐨-𝐍𝐨𝐯𝐨
Todos os meses, com base numa sondagem nas nossas stories, vamos seleccionar um documento do Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo. A votação deste mês selecionou:

Sisas de 1570-71 de Safira

A sisa é um imposto criado no século XIV, inicialmente de carácter municipal e provisório para cobrir despesas extraordinárias. Este recaia sobre a transação de mercadorias. Com D. João I passou a ser cobrado pela administração central, de forma permanente e com âmbito geral. Foi extinto, pela legislação de Mouzinho da Silveira em 1834. No Arquivo Municipal de Montemor-o-Novo encontram-se cinco registos da sisa, um do século XVI, outro do século XVII e três do século XVIII. A Sisa que se apresenta é relativa a Safira e é de 1570-1571. Neste documento poderemos ver os nomes dos comerciantes e quanto pagaram pela transação de mercadorias ao passarem por Safira.

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Montemor-O-Novo

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Apresentação

A Morbase surge com o intuito principal de promover o conhecimento científico relacionado com o património histórico-cultural de Montemor-o-Novo,

através das linhas condutoras da arqueologia pública, apresentando os dados e as interpretações científicas ao público em geral, possibilitando, da mesma forma, a interação com a comunidade científica. Cativar o público e sensibilizá-lo para aquilo que é seu por herança cultural, traduzindo-lhe aquilo que é o seu passado histórico, é um dever do arqueólogo e dos gestores do património cultural.

A construção de um trabalho de investigação arqueológica termina com a comunicação ao público dos resultados científicos obtidos. A Morbase é precisamente isso, o publicar de resultados de anos de trabalho científico desenvolvidos no âmbito do serviço de Património Cultural do Município de Montemor-o-Novo que, durante este período, permaneceu quase oculto do público em geral. Com as capacidades dos sistemas informáticos, num mundo cada vez mais globalizante, a publicação dos dados tornou-se prioritária.

Visite-nos: http://montemorbase.com